Novos tempos, novas relações de trabalho

Com frequência nossa equipe se questiona sobre os diferentes modos de trabalho que vêm se estabelecendo nos últimos anos e suas implicações. De fato nos perguntamos de que modo a própria plataforma da Vibbra! colabora para que novos modelos de trabalho tomem força e transformem a relação das pessoas com o tempo, o espaço e o transitar pela vida.

O Tempo

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Aqui a gente sabe que a suposta separação da vida pessoal e profissional é um tanto utópica. Afinal, por mais que você bata o ponto no final do dia (se você ainda trabalha dentro de um modelo mais tradicional) o seu trabalho diz muito sobre a sua personalidade. Por mais que você chegue em casa e procure se “desconectar” um pouco do mundo lá fora (ainda bem!), você sabe que precisa continuar se especializando e se desenvolvendo para executar um trabalho cada vez melhor. Como dissociar este desejo de desenvolvimento pessoal e profissional quando você, por mais múltiplo que seja, ainda é uno?

É por essas e outras que na Vibbra! “tempo é vida”. Acreditamos que depende muito de cada pessoa decidir onde colocar sua atenção. Por isso, buscamos que o nosso trabalho seja significativo a ponto de dedicarmos nosso tempo a ele tão alegremente quanto a um passeio na praia. Ok, não vamos exagerar, a gente sabe que um passeio na praia (ou no parque, ou na feirinha, ou onde você preferir) pode superar, e muito, aquelas horas sentadas na frente do computador. Porém, ter a liberdade de “escapar” por uma horinha da rotina e, em seguida retornar para o trabalho, faz toda a diferença. Além de tornar o processo mais prazeroso, ainda amplia nossas capacidades criativas e produtivas. São estas brechas e flexibilizações que valorizam nosso tempo.

O Espaço

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Cada um a seu modo, todos na Vibbra! encaramos nossas relações com o trabalho de modo diverso. Tal diversidade se manifesta nos diferentes espaços que ocupamos. A começar pelo escritório que se localiza em um coworking de Florianópolis. O bairro, ainda que central, é marcado por residências familiares. O quintal do espaço conta com uma horta de produtos orgânicos e com uma rede de balanço. O clima é tranquilo e em nada se assemelha aos grandes prédios corporativos (nada contra os prédios corporativos, mas que é legal fazer uma reunião diretamente da rede de balanço, é!).

Talvez você nos encontre aconchegados na sala trabalhando no maior estilo “lado a lado, cada um na sua”, mas muito provavelmente estaremos trabalhando de casa ou de um bom café. Talvez você nos encontre reunidos trabalhando na casa à 100 metros da Praia do Campeche que, por muitas vezes, também faz o papel de sede socil e de reuniões estratégicas. Ou talvez você nos encontre em Fortaleza ou em São Paulo, já que nossa equipe não se concentra em apenas uma cidade. “Lado a lado”, presencial ou digital, vivenciamos, apoiamos e defendemos a eficácia do trabalho remoto.

Essa multiplicidade de espaços nos faz perceber como, em nosso próprio core, já nascemos em formato de rede. Como contamos com a tecnologia e desfrutamos de seus benefícios que nos permitem estar sempre perto, ainda que fisicamente distantes. Difícil dizer, neste caso, se são os diferentes espaços que influenciam nosso formato de trabalho, ou se é a nossa relação de trabalho que vem remodelando nossos espaços. Uma influência mútua e contínua certamente existe.

O Transitar

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Finalmente, procuramos costurar nossas rotinas de trabalho do modo mais fluido possível. Às vezes um dia pesa mais que outro, mas o caminhar é sempre em direção ao equilíbrio. E, assim, transitamos por diferentes espaços e momentos e vamos moldando novas relações com o trabalho. Aos poucos, mais e mais Vibbrantes e clientes se juntam à nós e experienciam novas formas de gerir suas atividades, seu tempo e seus espaços.

Sabemos que somos apenas mais um exemplo de tantas outras empresas e pessoas que vêm abraçando todas essas transformações. Como não há modelos fixos a seguir, e os antigos modelos já não nos representam, é muito comum termos que parar e reavaliar nosso cenário. Assim, não só transitamos, mas recriamos nossas rotinas produtivas. Por isso, queremos saber: como você tem transitado pelos novos modos de trabalho?